A Energisa é a maior empresa de energia de capital nacional e segue apostando no Brasil para gerar valor para toda a sociedade

A energia elétrica leva desenvolvimento e impacta em todos os aspectos a vida dos cidadãos. A Energisa sabe disso há 116 anos. Em sua história, a empresa sempre esteve ligada ao avanço tecnológico, principalmente, a partir do interior do país. Manter essa tradição e liderar uma visão de futuro capaz de capturar as tendências tecnológicas que impactam a sociedade e integrá-las ao seu negócio é a marca do Grupo Energisa que nasceu em Cataguases com a inauguração da Companhia Força e Luz Cataguases-Leopoldina, empresa que, há mais de um século, deu origem ao Grupo Energisa.

Na década de 20, a cidade já destoava de outros municípios do mesmo porte, com diversos jornais e três escolas, numa época em que o analfabetismo ainda era a regra no País.

A cidade de Cataguases também é reconhecida como um dos berços do modernismo brasileiro, movimento artístico e literário do início do século 20 que contribuiu imensamente para o desenvolvimento da cultura brasileira.

Transição digital e energética

O momento atual é de grandes transformações. As mudanças climáticas se consolidaram como uma preocupação global e, para evitá-las, o mundo terá de cortar suas emissões de gases do efeito estufa pela metade em duas décadas. Essa é a meta estabelecida no Acordo de Paris, assinado por quase todos os países em 2015.

Só existe uma maneira de atingir esse objetivo: fazer a transição dos combustíveis fósseis para as energias renováveis. Como uma grande empresa de energia, a Energisa está pronta para encarar esse desafio.

Em mais um processo de captura e integração tecnológica, a empresa está construindo um ecossistema a partir do seu maior ativo: a rede de distribuição que atende 11 estados e mais de 20 milhões de pessoas. Ela será a plataforma à qual as novas tecnologias serão conectadas para gerar valor a todos os que são impactados pela companhia. [OLHO]

Esse ecossistema permite que oportunidades de negócios que atendam às necessidades dos clientes sejam permanentemente desenvolvidas. O plano está ancorado em quatro diretrizes, chamadas de “os 4 Ds da Energisa”: digitalização, diversificação, descentralização e descarbonização. Esses pilares estão abrigados sob um guarda-chuva de conceitos universais que congrega a inovação, o meio ambiente e a transição energética.

As iniciativas já estão em andamento. No campo da inovação, a Energisa investe em startups dentro e fora do setor de energia. O caso mais emblemático é o da Voltz, a primeira fintech do setor elétrico brasileiro. A empresa atua como um banco digital, oferecendo serviços financeiros aos clientes da distribuidora.

O cliente no centro

As transformações pelas quais o negócio da Energisa passou em mais de 100 anos prepararam a empresa para o desafio atual – que pode ser o maior de sua história, dada a relevância das mudanças em curso não apenas no setor elétrico, mas também na sociedade.

Para não perder o foco em meio a tantas transformações, a empresa estabeleceu como mantra o acompanhamento do cliente em toda a sua jornada. A Energisa entende que o consumidor do futuro é tecnológico e focado em soluções. A energia deixará de ser uma commodity para se tornar um serviço. Por isso, a empresa passa a adotar o conceito de plataforma como modelo de negócios.

A tecnologia muda constantemente os comportamentos e a forma como as pessoas consomem. Para navegar nesse mar de transformações, é preciso apontar a bússola para as demandas dos clientes, ser ágil e ter uma visão empreendedora.

Todo esse plano está conectado a um respeito inegociável ao meio ambiente. A Energisa é a maior distribuidora da Amazônia Legal e tem grande responsabilidade no desenvolvimento dessa região. E isso passa pelo fornecimento confiável de energia elétrica e pela redução das fontes fósseis.

Desde o ano passado, está sendo implantado um programa ambicioso de interligação de sistemas isolados na Amazônia Legal, que será concluído em 2025. Ele prevê desligar 19 termelétricas nos estados de Acre, Pará e Rondônia, o que trará uma economia anual aos brasileiros de R$ 718 milhões de reais por ano, além de evitar a emissão de 533 mil toneladas
de CO2. [OLHO]

Para viabilizar o desligamento, serão investidos R$ 1,2 bilhão em redes de distribuição e linhas de transmissão. Mais de 440 mil pessoas serão beneficiadas em 21 municípios da região Norte. É um dos maiores programas de descarbonização sendo realizados no bioma amazônico.

Ao colocar o cliente no centro da estratégia, a Energisa será capaz de entender tudo o que ele precisa, do começo ao final de sua jornada, o que vai garantir não apenas a perenidade da companhia, mas também a geração de valor para todos.