Mesmo com a pandemia, que afetou todo o planejamento da área de pessoas, a companhia entrou para o seleto grupo dos LinkedIn Top Companies

Para chegar aos 100 anos de existência, tem uma coisa que não pode faltar a qualquer empresa: pessoas. Atrair os talentos de cada geração, no entanto, não é uma tarefa fácil. Para a Energisa, que completou 116 em 2021, a chave desse sucesso está naquilo que diferencia os humanos das máquinas, a capacidade de pensar e inovar.

Foi com esse espírito que a empresa passou por um dos momentos mais desafiadores da sua história, que foi a pandemia do coronavírus. “O ano de 2020 mal havia começado. E, de repente, o ambiente em volta era radicalmente outro”, afirmou Antonio Negreiros, diretor de Gente na Energisa, em artigo publicado no seu LinkedIn (leia aqui o texto).

Apesar do momento desafiador, Negreiros e a equipe de pessoas conseguiram um grande feito: entrar no ranking da maior rede social profissional do mundo, o LinkedIn Top Companies, deste ano. Isso significa que a Energisa foi colocada entre as 25 empresas em que os brasileiros mais sonham em trabalhar, sendo a única do setor elétrico.

A inovação e a tecnologia desempenharam um papel importante nessa conquista. Em 2017, conta Negreiros, a Energisa começou a desenhar a sua estratégia de Energia 4D (Digitalizada, Descarbonizada, Diversificada e Descentralizada). Um dos requisitos para tornar o plano viável era, justamente, atrair e manter os melhores talentos.

“Era preciso atrair mais talentos e criar ferramentas para mantê-los conosco. Então começamos ali a investir também em tecnologia na área de Recursos Humanos”, afirma Negreiros.

A ruptura da pandemia

O coronavírus trouxe uma nova realidade. A prioridade se tornou garantir a segurança e o engajamento dos mais de 15 mil colaboradores da empresa. A energia é um serviço fundamental, portanto, a Energisa precisava continuar operando, inclusive com as equipes de campo, para garantir o fornecimento a 21 milhões de brasileiros.

“Implementamos protocolos nas áreas operacionais, levamos funcionários administrativos para o home office, aceleramos nossa transformação digital”, diz Negreiros. “Fomos uma das primeiras empresas a adotar telemedicina para acompanhar a saúde dos colaboradores. Desenvolvemos o modelo híbrido de trabalho “Lá e Cá”, que vai continuar no pós-pandemia. Plataformas digitais ajudam a identificar necessidades, treinar e manter todos alinhados.”

O programa “Lá e Cá”, inclusive, foi destacado pelo LinkedIn ao conceder o reconhecimento à Energisa.

Não só a empresa manteve o engajamento, como foi capaz de aprimorar alguns processos. Na seleção de candidatos, por exemplo, a tecnologia se tornou uma aliada para aumentar a diversidade de força de trabalho. Em 2020, por meio de softwares de triagem, foram analisados 273 mil currículos.

“A digitalização nos permitiu alcançar um universo mais amplo de candidatos, o que favorece a diversidade que buscamos para entender melhor as necessidades dos nossos clientes espalhados por 11 estados, mapear riscos e identificar oportunidades”, destaca o diretor. É nas adversidades que, muitas vezes, surgem as grandes soluções.

Vídeo: No Centro-Oeste, a Energisa também está no ranking Great Place to Work Brasil

Roberto Silva, gerente de Gestão de Pessoas da Energisa Mato Grosso do Sul, fala sobre o orgulhe de trabalhar em uma empresa que valoriza o colaborador