Allana Emília formou-se em uma turma exclusiva para mulheres, organizada pelo Senai

Allana Emí­lia foi uma das dezesseis mulheres formadas no curso de Eletricista de Rede de Distribuição, realizado pela Energisa Paraí­ba e pelo Senai que, pela primeira vez, montaram uma turma exclusiva de mulheres em maio. Assim que saiu do curso, Allana entrou no processo seletivo da Energisa, passou por um treinamento e hoje realiza seu sonho: trabalha em campo como eletricista.

“Foi muito rápido e gratificante. Passei na seleção e, desde então, já estou em campo, na profissão que amo e que escolhi. Não posso estar mais feliz”, disse Allana, que já vê possibilidade de carreira e crescimento profissional, algo que parecia um desejo distante há seis meses.

A criação de uma turma exclusiva para mulheres foi uma demanda percebida pelo Senai e pela Energisa, que notaram o aumento de interesse do público feminino pela área, dominada por homens. Allana e outras quinze mulheres, das quais três já estão contratadas e outras três em processo de seleção pela Energisa, estão quebrando paradigmas.

Elas vivenciaram a rotina de eletricista por sete semanas, em aulas por EAD e presenciais, teóricas e práticas. Esta turma exclusiva de mulheres iniciou o curso em maio e finalizou em julho.

“O curso foi uma experiência í­mpar, um universo gigantesco. Os professores e a coordenação capacitados, sem falar que o Senai é uma instituição reconhecida nacionalmente por formar profissionais de alto nível. Foi a melhor escolha que eu fiz. Vou fazer novos cursos nessa área, buscar mais experiência no dia a dia da profissão.”

A gerente de RH do Grupo Energisa, Adelene Dias Ribeiro, disse que a empresa não mede esforços para oferecer condições e oportunidades iguais a todos, independentemente de gênero e raça: “A equidade é uma premissa levada a sério, de verdade, pela Energisa Paraíba. Não basta oferecer oportunidades iguais a homens e mulheres, mas levar em consideração a especificidade de cada ser humano e, assim, oferecer uma oportunidade baseada na sua realidade. Afinal, não basta, simplesmente, tratar todos da mesma maneira. É preciso pensar em cada um, com suas particularidades e anseios”, explica.