Número é bem maior se comparado ao mesmo período no ano passado

Desde o início da primavera deste ano, em setembro, Mato Grosso tem sido impactado pelos temporais. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia, de janeiro a novembro deste ano, foram registrados mais de 14,9 milhões de raios no estado. Número que é bem maior em relação ao ano passado. Para se ter uma ideia, em 2020, nesse mesmo período, foram contabilizadas 9,7 milhões de descargas elétricas.

O sistema de monitoramento climático dá apoio a operação da Energisa em Mato Grosso. As regiões norte e sul do estado foram as mais impactadas nesse período. Mesmo local onde estão as regionais de Sinop e Rondonópolis da Energisa, que atendem mais de 500 mil unidades consumidoras, o que equivale 36% dos clientes de todo o estado.

De acordo com o gerente de operações da Energisa, José Nelson Quadrado Júnior, todas as equipes de campo estão reforçadas, com a contratação direta de pessoal e de empresas de apoio. “Em cidades como Rondonópolis e Itiquira, além das incidências de raios, os temporais também vieram acompanhados por ventos de mais de 70km/h. Nesse cenário, passam a ser frequentes casos de queda de árvore, objetos lançados sobre as redes, rompimento dos cabos de energia e impactos nas estruturas de postes. Por isso continuamos em alerta”, explicou o gerente.

Por causa do alerta de novos temporais nos próximos dias, as equipes de campo também já estão preparadas para trabalhar nesses momentos de contingência. Esse plano define as responsabilidades de cada área, orientando os colaboradores para que o atendimento seja realizado de forma ágil e segura. O tempo de atendimento é maior em regiões rurais onde são necessários até mesmo tratores para acessar áreas onde caminhões, carros e as viaturas de atendimento emergencial atolam, como em regiões de plantio encharcadas nesta época.

Podas são essenciais

Por causa da volta da chuva, a vistoria e poda da vegetação são essenciais. O gerente de construção, manutenção e distribuição da Energisa, Marcelo Pazoti, explica que a companhia faz podas preventivas quando os galhos estão próximos a fios. No entanto, ele pede o apoio da população e das prefeituras, responsáveis pelo serviço preventivo.

“A gente vê em algumas cidades o plantio até mesmo de palmeiras imperiais e mangueiras embaixo da fiação. Essas espécies não são adequadas nestas regiões. Além do risco de interrupção no fornecimento por galhos que batem nos fios, há também uma questão de segurança para evitar choques, destacou Marcelo. O gerente esclarece também que é preciso fazer a poda da planta antes de chegar à rede elétrica. “Nós seguimos normas técnicas definidas por regulação. É muito importante que a população entenda que em caso de necessidade de atendimento, é importante que os clientes entre em contato com a Energisa pelos canais oficiais”, explica Marcelo.

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