Nas obras da Linha que ligam Vila Rica (MT) ao Araguaia (PA), a concessionária instalou, em pontos estratégicos, sinalizadores anticolisões para aves e apresentou proposta, para o Ibama, para recuperar mais de 10 hectares de áreas degradadas do Parque Estadual Serra dos Martírios-Andorinhas, de São Geraldo do Araguaia/PA

O respeito ao meio ambiente é um dos pilares de atuação da Energisa. Em todas as suas obras, a concessionária adota elevados padrões de cuidados com bioma. O objetivo é garantir que os impactos na fauna e flora sejam os menores possíveis. Para isso, são necessários investimentos contínuos em conhecimento e tecnologia. 

Os esforços de conservação ambiental da Energisa vão além do que é exigido por lei. Na Amazônia, até mesmo drones foram utilizados para evitar a supressão da vegetação. Quando é realmente necessário interferir no terreno, a concessionária estabelece procedimentos de mitigação de impactos para cada empreendimento. 

Nas obras da linha que liga Vila Rica (MT) ao Araguaia (PA), o cuidado começou com a escolha do traçado, que priorizou estradas já existentes e terras cultivadas para não interferir em áreas de preservação ambiental. 

Uma das preocupações da concessionária é evitar ao máximo a retirada de vegetação nas instalações da fiação. Para isso, drones cumpriram o papel de lançar os cabos de energia por cima das árvores, evitando que o cabeamento fosse feito por terra, na mata fechada. 

Em algumas situações, no entanto, é impossível não interferir. Nestes casos, após a conclusão da obra, a Energisa inicia o trabalho de colocar de volta tudo em seu devido lugar. Por conta da linha Vila Rica – Santana do Araguaia, serão recuperados mais de 10 hectares de área desmatada no Parque Estadual Serra dos Martírios-Andorinhas (PESAM), no município de São Geraldo do Araguaia, na bacia hidrográfica do rio Araguaia. A Energisa aguarda, apenas, a aprovação do Ibama para iniciar o projeto, que prevê o plantio de mudas de espécies nativas e sua manutenção por três anos.

Outra frente importante que traduz essa preocupação com o meio ambiente são as medidas de proteção da fauna. Para evitar acidentes com animais silvestres e trabalhadores, a supressão de vegetação foi acompanhando por um biólogo, responsável por afugentar os animais antes do início da atividade. Os animais territorialistas e com baixa capacidade de locomoção foram capturados e realocados na vegetação adjacente, longe da área de supressão de vegetação.

Nos cinco meses de trabalho das equipes de meio ambiente na obra, foram identificadas 72 espécies de aves, 26 de répteis, 20 de mamíferos e 12 de anfíbios. Mais de 700 animais silvestres foram afugentados, resgatados e devolvidos em segurança aos seus habitats.

Em Vila Rica, foram instalados sinalizadores anticolisão, que são coloridos e facilmente identificáveis, para  minimizar risco de colisão das aves com os cabos. Os equipamentos foram instalados em mais de 5 km de extensão.